via twititah (originally soyparatupaladar)
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Eu ri. Ri porque foi uma brincadeira, uma coisa tão nada a ver, uma coisa tão boba sabe. Por isso que eu ri. Mas que aquilo doeu, doeu.
~ Thiara Macedo (sdpm)
via sociedadedospoetasmortos (originally sociedadedospoetasmortos)
É muita raiva pra pouco palavrão.
via twititah (originally acalmar-me)
via sociedadedospoetasmortos (originally poeta-abstrato)
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Não acredito em um “estou com saudades” se não vier acompanhado de um “como faço para te ver?
~ Chorão (via durador)
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Não acredito em um “estou com saudades” se não vier acompanhado de um “como faço para te ver?
~ Chorão (via durador)
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Eu queria ter a mania clássica de escrever em folhas de papel em branco. Mas as minhas histórias ultimamente são de tristeza. Não me pergunte onde estão as paixões, as mansões, os carrões nem os carões dos amigos, ou qualquer coisa de um sonho bobo. Eu sou simples no vestir, no andar, no olhar, no falar e até no ar que me cerca, mas eu vou aderindo a tecnologia desse novo mundo e ao invés das linhas falhas de um caderno de brochura, vejo o meu monitor que me endoida com esses tais “pixels” que confundem toda a minha cabeça. Depois não sabem porque os jovens de hoje em dia, até os que tem mais mania de velho, escrevendo, compondo, se apegando ou se achegando, ficam loucos. Vamos botar a culpa nos pixels.
~ Luiz Henrique, a culpa é dos pixels. (via maisumnasociedade)
via maisumnasociedade (originally velhomoinho)
Falar palavrão é terapia, porra.
via pernambucar-me (originally euteamo-caralho-deactivated2011)

via maisumnasociedade (originally ressumar)

